Capítulo 3 parte 21
Assim, a natureza do enrolamento secundário deve ser decidido de acordo com o equilíbrio desses dois fatores considerados mais adequados para o trabalho a ser empreendido. A relação não é realmente tão simples quanto aqui afirmado, outros fatores que complicam, mas a discussão de que não é essencial para um trabalho a compreensão da bobina. Beference à discussão anterior sobre a mais adequada para os tubos de corrente excitante de raios-X (p. 63) vai explicar o interesse ea importância deste ponto.
2. Força da corrente principal é, naturalmente, sob nosso controle direto. Uso de correntes muito fortes obriga con-sideração de pontos especiais relativas auto-indução do enrolamento primário, mas aqueles não caibam no objectivo da presente secção, desde as correntes sejam proibidas pelo uso de uma pausa de vibração.
Com tal ruptura é dito que uma corrente de mais de 20 volts não pode também ser utilizado, uma vez que os contatos de platina se desgasta muito rapidamente e têm uma tendência a furar, pondo assim em risco o enrolamento primário.
Temos tido bons resultados com uma corrente de 24 volts, e, com o trabalho cuidadoso, tinha pouca ou nenhuma dificuldade, mas provavelmente estávamos muito perto da margem do limite de segurança.
Tom Thym em 21 de dezembro de 2009 em raio-x
